Possivelmente, a infância imposta influenciou a sua vida adulta. Se não estabeleceu, deixou cicatrizes que você carrega até os dias atuais. 

Entendo que, frequentemente, é desafiador se distanciar das responsabilidades emocionais daqueles que geraram você, ou daqueles que atribuíram o desenvolvimento corpóreo para a sua energia, pois não se esqueça, eles também são indivíduos que carregam as suas vivências pessoais e isso determina como reagem no ambiente em que vivem e dividem a vida humana.

Compreender que você possui uma responsabilidade inerente sobre sua vida pode fazer com que sinta medo. Pois a carga emocional que carregas é passível de sofrimento apenas (para você).

Perceber a sua individualidade e a importância dela para o bom andamento da sua vida humana pode fazer você perder o medo de se orientar por meio das suas necessidades e se afastar de relações e circunstâncias que não condizem com o que é realmente essencial para você. 

A individualidade humana é parte da experiência material e não pode se eximir jamais da sua responsabilidade. E não permitir que seja apenas uma cópia, mas que possa se orientar como um em sua versão única na sua experiência corporal.

Que você auxilie porque deseja auxiliar, que queira estar presente porque é relativamente importante para você. Pois tudo que carrega uma energia de obrigatoriedade pode, de forma inconsciente, "absorver" a sua energia. Que nesse caso nada mais é que oferecer demais e sentir-se esgotado fisicamente. A energia não se cansa, mas recebe e transborda o resultado das suas escolhas e suas "percepções" na matéria corporal. 

Quanto mais de encontro for com a sua verdade, mais se distanciará de responsabilidades externas que não lhe cabem. Caso contrário, se tornará o encontro da sua energia com a energia das determinações do outro indivíduo, que irá se emaranhar em suas emoções e decisões, que irá impor qual determinante você precisa seguir ou se orientar na vida para obter o que deseja.

Deve se conectar com a sua energia para obter as respostas que precisa. Eu, Luana, aprecio a individualidade e aqui não se trata de egoísmo, egocentrismo ou como queira chamar. Mas a individualidade que designa e impõe a sua energia e o seu corpo como ponto-chave da sua vida resulta em uma experiência mais satisfatória. 

 

Da minha consciência para a sua energia,

Luana Priscila da Rosa.

 

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